Fotógrafa atingida por carro alegórico da Paraíso do Tuiuti está em estado grave

Ela teve uma piora nos rins, eles deram uma parada, e ela teve que ser removida do quarto para o CTI. Hoje vamos conversar novamente com o médico para saber quais são os próximos passos — contou o marido.

27/05/2017 18:55:53



A fotógrafa Lúcia Mello, uma das feridas no acidente com o carro alegórico da Paraíso do Tuiut no carnaval, voltou ao Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Miguel Couto. Segundo o boletim médico informado pela Secretaria Municipal de Saúde, houve uma piora do quadro e ela está em estado grave. O marido da vítima, André Rambo, contou ao EXTRA que a mulher foi removida após complicações:

— Ela teve uma piora nos rins, eles deram uma parada, e ela teve que ser removida do quarto para o CTI. Hoje vamos conversar novamente com o médico para saber quais são os próximos passos — contou o marido.

No dia 26 de fevereiro, Lúcia Mello sofreu uma fratura exposta após ser atingida pelo carro da escola de samba Paraíso do Tuiuti. No mês seguinte, a profissional chegou a receber alta do tratamento intensivo.

Nas redes sociais da fotógrafa, parentes e amigos fazem uma corrente pela melhora de Lúcia Mello.

— Não temos como agradecer às pessoas que estão torcendo por ela. Não tenho como visitar o quarto, mas tenho uma visibilidade e aguaramos as melhoras da saúde — diz Rambo, que informa que um dos filhos da fotógrafa está cuidando do caso extra-hospitalar relacionado à escola de samba com um advogado.

ACIDENTES DEIXARAM 35 FERIDOS

No acidente com o carro da Paraíso do Tuiuti, 20 pessoas foram imprensadas pela alegoria desgovernada. O carro bateu na grade do setor 1 no momento que fazia uma curva, e atingiu as pessoas que estavam no local. Uma das vítimas, Elisabeth Ferreira Jofre, de 55 anos, não resistiu e morreu.

No segundo dia de desfiles do Grupo Especial, a estrutura de um carro da Unidos da Tijuca cedeu e pelos menos 15 pessoas ficaram feridas. Componentes foram retirados da alegoria pelos bombeiros, e integrantes da escola fizeram uma barreira para impedir que pessoas chegassem perto do carro, que atrapalhou a entrada das alas durante o desfile.

Em março, quatro pessoas foram indiciadas pelo acidente: o motorista Francisco de Assis, o engenheiro Edson Gaspar e os diretores carnavalescos Leandro Azevedo, e de alegorias, Jaime Benevide.

Fonte Extra










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