Jovem tem falência renal ao abusar do medicamento Torsilax

Isso aconteceu porque ele cometeu esses ERROS GRAVES, que, infelizmente, muita gente comete. Se você também está fazendo isso, pare já!

09/05/2018 11:02:47



Especialistas cansam de avisar para que as pessoas não tomem remédios por conta própria. Independente do medicamento ser considerado comum e de uso popular, o melhor é sempre realizar uma consulta para ver se está tudo bem em tomar ocasionalmente algum desses produtos. Um homem contou a sua história no Facebook sobre como quase morreu após se automedicar. O caso dele traz uma grande lição em todos que quando passam realmente mal não procuram um especialista e ainda vão até farmácias para comprar algo que vá dar uma resolução quase que imediata.

O homem, identificado como Fernando Henrique de Souza fez uma publicação realmente preocupante no Facebook.
 
Texto na integra
 
"O remédio que me "matou"

Por : mim mesmo

Estou aqui pensando, o porque de tantas pessoas ficam surpresas quando eu falo que o motivo dos meus rins terem parados foi o uso abusivo e contínuo do diclofenaco sódio...

Isso me fez repensar que talvez as pessoas naum sabiam o mal que eles fazem, naum só aos rins mais (recentemente) também para o coração, aumentando em quase 30% as chances de ataque cardiovascular, deixando a pressão arterial elevada!?

Bom... Esse foi o remédio que tomei, (foto) TORSILAX, que mesmo sendo advertido "venda sob prescrição médica" , você pode entrar até mesmo em mercado, e nas farmácias, naum existe nenhum tipo de restrição sobre a venda, o que torna o acesso muito fácil, para deixar mais claro o que aconteceu comigo, eu sentia fortes dores nas juntas do cotovelo e nos dedos da mão, era absurda as dores, já cheguei a ir no cais 1 da manhã, chorando de dor, até que me falaram desse remédio, no mesmo dia comprei, tomei e a dor foi aliviada, mais logo ela voltava e eu tomava outro, era pra mim tomar 1 comprimido a cada 24 horas, eu já estava tomando um comprimido a cada 4 horas, isso estava me arrebentando por dentro, até que um dia tive um princípio de infarto, quando fui fazer os exames pedidos pelo médico, meus rins já tinha perdido 85% do funcionamento, o que mais tarde veio a parar por completo...

É isso...

Use minha história de exemplo, um simples remédio, que qualquer pessoa pode comprar, que alivia sua dor mais te destrói por dentro..."

 

Souza conta que sempre teve problemas nas articulações dos dedos e dos cotovelos, e que nenhum remédio estava resolvendo a sua situação. Ao mesmo tempo, o rapaz não procurava médicos para examinar o que ele poderia ter. Em certo dia, ele descobriu um remédio que parecia um verdadeiro milagre. A fórmula desse medicamento trazia paracetamol, carisodropol, diclofenaco sódico e cafeína. O remédio iria curar todas as dores do homem.

Quando foi lhe indicado o medicamento, avisaram que ele deveria tomar de 8 em 8 horas. Além disso, deveria ter muito cuidado, pois o tratamento não poderia passar de 10 dias. Quando tomou pela primeira vez, sentiu que as fortes dores passaram por 4 horas. Cansado de sentir as mesmas dores, decidiu que iria mudar o que foi lhe indicado. Tomaria a cada intervalo de 4 horas, para que não sentisse qualquer dor

A automedicação deu muito errado para o homem. Dias depois de iniciar o tratamento com o medicamento indicado, sofreu um princípio de enfarte. Quando foi realizar exames médicos, descobriu que os rins estavam quase parando de funcionar. No momento em que decidiu contar a sua história nas redes sociais, afirmou que estava com um sério problema nos rins, que pareciam não funcionar mais.

O homem deu uma verdadeira lição e pediu para que todos tenham cuidado com a automedicação. Ele contou que além dos rins, o mesmo medicamento afetou a sua pressão arterial. Agora, Souza terá que viver com as consequências dessa escolha pelo resto de sua vida.

Além disso, ele denunciou que o remédio, apesar de ter uma tarja vermelha, de que só pode ser vendido com receita médica, é facilmente conseguido nas farmácias. O homem alertou para ninguém cair na conversa de outras pessoas, ainda mais que não sejam médicos.

 

 










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